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Transportes públicos aumentam em média 15 por cento

Transportes públicos aumentam em média 15 por cento

Os preços dos bilhetes e dos passes sociais vão aumentar em média 15 por cento a partir de 1 de agosto, avança o “Diário Económico”. Um aumento sem precedentes que, em alguns casos, pode atingir 25 por cento. Noutros casos, os preços não terão atualização. A revisão das tarifas de transportes públicos era uma das medidas acordadas com a “troika” e que deveria avançar até ao final de julho. Os sindicatos contestam, dizendo que é "penalizador" para as empresas.

 


O Ministério da Economia confirmou que, ainda esta quinta-feira, vai comunicar às empresas de transportes públicos o aumento médio de 15 por cento nos preços dos bilhetes e passes sociais. O ministério de Álvaro Santos Pereira vai durante a tarde dar mais explicações sobre o aumento. 


A intenção da análise da estrutura das tarifas é que sejam os utilizadores dos transportes, em vez da generalidade dos contribuintes, a pagar o serviço público. A revisão da noção de serviço público nos transportes implicará a eliminação ou redução de carreiras nos autocarros, comboios e barcos.


O “Diário Económico” refere que já estava previsto, pelo anterior executivo, a eliminação de determinadas ligações no Tejo e o fecho de linhas pela CP. 


O jornal avança ainda que a simplificação dos sistemas tarifários poderá contribuir para a redução dos custos, bem como a criação, em setembro, de um novo tarifário para reduzir o impacto dos aumentos nas famílias com menores rendimentos. 


A subida dos preços das viagens nos transportes como para controlar as dívidas das empresas públicas do setor era uma das medidas defendidas pelo ministro Álvaro Santos Pereira, no seu blogue “Desmitos”. As dívidas da área dos transportes públicos ascendiam a 12 mil milhões de euros em maio, o que significa sete por cento do PIB nacional.


Ainda segundo o “Diário Económico”, a secretaria de Estado das Obras Públicas vai extinguir a NAER-Novo Aeroporto, a EDAB-Empresa de Desenvolvimento do Aeroporto de Beja e a RAVE-Rede Ferroviária de Alta Velocidade.


Sindicatos dizem que aumentos penalizam empresas


A Federação dos Sindicatos dos Transportes e Comunicações (FECTRANS) considera que o enventual aumento médio de 15 por cento nos preços é "penalizador" para as empresas. 


"Nós temos de olhar para o transporte como prestação social. Há muita gente que não tem dinheiro para se alimentar. Com esta medida o Governo quer que as pessoas não tenham condições para ir para os seus locais de trabalho", disse Vítor Pereira. 


O sindicalista adiantou que pretende promover campanhas junto das populações. 


"Somos completamente contra. A verificar-se este aumento é mais um assalto, um roubo aos portugueses. Nós temos uma oferta de transportes cada vez pior e o aumento a verificar-se quer dizer que as populações vão ter piores transportes e cada vez mais caros", declarou Vítor Pereira.
Utentes prometem protestos públicos


O aumento do preço dos transportes públicos atinge "valores exorbitantes e escandalosos", comentou o porta-voz do movimento de utentes. 


Carlos Braga alerta para eventuais efeitos contraproducentes deste aumento, como a diminuição do número de utilizadores. "Independentemente de os combustíveis não pararem de aumentar, há possibilidade de as pessoas começarem a fazer contas e afastarem-se dos transportes públicos", o que "contraria aquilo que deve ser a boa gestão", argumentou Carlos Braga. 


O representante do movimento de utentes nota ainda que o aumento é "injusto ao penalizar sempre os mesmos em benefício dos do costume".


Os utentes prometem, pois, ações de protesto. "Iremos tomar uma posição pública ainda hoje e vamos apelar às comissões de utentes das várias áreas para que se manifestem de igual forma e que apelem às populações a manifestarem também o seu desacordo face a este escandaloso aumento dos transportes públicos", de modo criar "uma ação concertada para acontecer antes do principio do mês de agosto".

(Fonte: tv1.rtp.pt)

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