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Milhares marcham para comemorar o 25 de Abril

Milhares marcham para comemorar o 25 de 

Abril

 

Descendo a Avenida da Liberdade, o povo entoou palavras de ordem, sobretudo, contra o FMI, mas não esqueceu as críticas à governação das três últimas décadas, imputando à classe política responsabilidades pela crise que o país atravessa.

E garantiram, cantando e erguendo bandeiras dos partidos de esquerda mas também do país, que continuam a ser “muitos, muitos mil para continuar Abril”.

“Temos que ser capazes de introduzir os espiões, os cidadãos, no xadrez político”, exercendo um “controlo eficaz” e não descurando a nossa participação, defendeu Vasco Lourenço. Num discurso duro, no final da manifestação do 37º aniversário da Revolução dos Cravos, o coronel deixou críticas aos partidos políticos, ao poder económico-financeiro e a todos os que podem considerar, apesar do momento que Portugal vive, que o 25 de Abril não valeu a pena. “Como é possível alguém dizer que hoje estamos pior? O país que temos hoje é incomparavelmente melhor do que o que tínhamos há 37 anos”, disse o coronel, numa clara reprovação às declarações recentes de Otelo Saraiva de Carvalho. 

Porque se “há 37 anos podíamos dizer que estávamos à rasca”, hoje Vasco Lourenço considera que a situação exige que se recordem os “valores de Abril, como a liberdade, a democracia e a justiça social”. Só assim, segundo o presidente da Associação 25 de Abril, não nos transformaremos numa “colónia de interesses estrangeiros". E acrescentou que a responsabilidade do estado a que o país chegou “não é do 25 de Abril e não é devido ao 25 de Abril que o interesse privado se sobrepõe ao interesse público” e que o poder político vive “dominado” pelo interesse económico. Defendendo o combate à corrupção, à evasão fiscal, à necessidade de tributação da banca e à insubordinação dos governantes perante os “mercados”, acusou ainda a classe política de ter falhado “estrondosamente” na governação do país. E justificou: "A corrupção e o compadrio do poder político e económico-financeiro são resultado dos aparelhos partidários fechados sobre si próprios".

Segundo Vasco Lourenço, “a perda de confiança nos dirigentes políticos é bem mais perniciosa do que a dívida pública”. 

O coronel não deixou de sublinhar, no entanto, que “a responsabilidade cabe-nos a todos”, deixando, por isso, um apelo contra a abstenção nas próximas eleições legislativas. “Temos que votar, mesmo que votemos em branco, se não quisermos escolher nenhum dos partidos”, afirmou. Porém, deixou claro que recusa fazer qualquer apelo ao voto em branco e sublinhou que a sua preocupação é com a “participação democrática”.

Afirmando várias vezes que “a unidade da nação está posta em causa”, pelas desigualdades sociais” de que o país é palco, o coronel apelou à recusa de que o país seja governado pelo “capital financeiro internacional”. E terminou pedindo que “a esperança não nos falte, assim como não nos falte a convicção e a força” para continuar a luta pelo “25 de Abril sempre.”

 

(Fonte: publico.pt)

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